Vivemos numa era em que tudo acontece depressa. As tendências duram pouco, os conteúdos perdem relevância em horas e as marcas sentem alguma pressão para publicar constantemente, como se o silêncio digital significasse desaparecimento. É aqui que surge o conceito de slow content, inspirado no movimento slow food, que defende uma relação mais consciente, autêntica e intencional com aquilo que
Das vitaminas em forma de goma às marcas criadas pela Inteligência Artificial, a febre das soluções rápidas para resolver todos os desafios do dia a dia retira o que temos de mais precioso: a nossa inteligência e humanidade. O verão termina e o cabelo começa a cair. É cíclico, mas, desde vez, senti que estava a ser demais e aquele
Recebi a conta, não foi barato, mas apreciei tanto que se me tivesse pedido o dobro não teria reclamado. Não é sobre o valor, é sobre o significado. São estas experiências memoráveis que fidelizam, que criam laços e é este o segredo das boas estratégias de marketing e comunicação: criar relevância, em todo e qualquer experiência de produto ou serviço.
Num universo cada vez mais visual, onde o scroll dita o tempo de atenção, a imagem tornou-se o primeiro ponto de contacto entre o consumidor e o produto e o setor agroalimentar não é excepção. Hoje em dia, quando falamos em marketing digital no agroalimentar, a imagem já não é apenas um acessório: é a mensagem em si. As redes
Num feed infinito, dominado por vídeos de meia dúzia de segundos, trends novas todos os dias, memes, dietas milagrosas e receitas simples com apenas três ingredientes, um frasco de mel pode parecer, à partida, deslocado. E talvez esteja. Mas isso não significa que não tenha lugar. Significa apenas que precisa de ser bem apresentado, bem comunicado. Os produtos locais, sejam
O trabalho mais difícil já está feito e acessível a quem visitar a plataforma da Comissão Europeia, onde em minutos podemos conhecer os produtos europeus classificados nos regimes de qualidade da União Europeia. Trocado por miúdos, a informação sobre os alimentos com selo DOP (denominação de origem protegida), IGP (indicação geográfica protegida) e IG (indicação geográfica) está toda sistematizada e
Precisaremos, sempre, de inteligência emocional. De criar uma narrativa autêntica e de encontrar um equilíbrio entre a tecnologia e a humanidade. De estar presentes nos momentos chaves, com a mensagem certa e criar experiências memoráveis, que sejam compartilhadas, de ouvir a mesma música, como canta Rui Veloso “não se ama alguém que não houve a mesma canção”. Só assim é
A publicidade online no setor agroalimentar precisa de ir além das promoções e focar-se na transparência, autenticidade e comunicação de valores para conquistar o consumidor, cada vez mais atento à origem, qualidade e impacto dos produtos que consome. Nos últimos anos, o comportamento do consumidor tem vindo a transformar-se. Hoje, a escolha de um produto não depende apenas do preço,
Para as agências de comunicação, o combate à desinformação não é apenas uma questão ética, mas também uma responsabilidade estratégica. Afinal, a credibilidade é o maior ativo de qualquer marca, organização ou indivíduo no mundo digital e, em boa verdade, na vida em geral. Vivemos na era da informação, mas, paradoxalmente, enfrentamos um dos maiores desafios da modernidade: a desinformação.
Portugal, Países Baixos e Itália destacam-se de forma consistente como os países da Europa onde o consumo de vegetais é o mais elevado. Estarão os produtores do setor a agarrar esta oportunidade? Na lista de países da Europa onde mais se consomem brássicas (couves, brócolos e afins), Portugal ocupa um orgulhoso terceiro lugar, logo a seguir aos Países Baixos e à Itália.