É urgente comunicar a agricultura. E comunicá-la bem. Colocá-la no lugar certo, na ordem do dia, pois também a consumimos dia-a-dia. “Quem não aparece, esquece”. Respeito muito os provérbios populares. Trazem consigo a sabedoria das gerações que os repetiram e que só pela sua verdade se eternizam. Não falamos de aparecer por aparecer. Falamos de comunicar estrategicamente produtores, empresas, produtos,
Consumo sustentável, próximo e ligado às origens dita cada vez mais as escolhas dos consumidores. Há um discreto festival a decorrer no Algarve que nos faz proferir nomes desconhecidos. Celebra a comida esquecida, aquela que os nossos avós e bisavós usavam para alimentar a família recorrendo à imaginação, tantas vezes forçada pela pobreza e pela escassez. Neste festival, que termina
Não sabemos muito bem onde começa e onde acaba a nossa relação com a comida. Comer é um ato primário, imprescindível, necessário, mas alberga significados que vão além desta visão utilitária. A comida é memória, afeto, herança. É partilha. Durante muito tempo, comemos de forma desligada. Sem pensar no percurso dos alimentos até ao prato e sem considerar o impacto para o planeta, para